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APÓS VITÓRIA DE ESPRIELLA, VEJA QUAIS PAÍSES ESTÃO SOB GOVERNOS DE DIREITA E ESQUERDA NA AMÉRICA DO SUL
Com a vitória do candidato conservador, a região passa a ter um novo equilíbrio entre governos de diferentes orientações ideológicas.

Este leitor apresenta um resumo da notícia para avaliar o projeto visual. A reportagem completa está no Scarpa360.
A eleição de Abelardo de la Espriella para a presidência da Colômbia alterou novamente o mapa político da América do Sul e reacendeu o debate sobre o avanço da direita e da esquerda no continente. Com a vitória do candidato conservador, a região passa a ter um novo equilíbrio entre governos de diferentes orientações ideológicas.
Atualmente, os governos identificados com a direita ou centro-direita predominam em boa parte da América do Sul. Fazem parte desse grupo a Argentina, governada por Javier Milei; o Paraguai, sob Santiago Peña; o Equador, comandado por Daniel Noboa; o Chile, liderado por José Antonio Kast; a Bolívia, governada por Rodrigo Paz; o Peru, que permanece sob uma gestão alinhada ao campo conservador; e, agora, a Colômbia, com Abelardo de la Espriella.
Em linhas gerais, esses governos defendem menor participação do Estado na economia, incentivo ao livre mercado, redução da carga tributária, fortalecimento da segurança pública, combate mais rígido ao crime organizado e políticas econômicas voltadas ao crescimento do setor privado. Apesar das diferenças entre cada país, esse grupo compartilha pautas consideradas liberais na economia e mais conservadoras em temas institucionais.

Já o bloco de esquerda e centro-esquerda permanece presente em cinco países do continente. No Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) conduz o governo federal. No Uruguai, Yamandú Orsi representa a coalizão Frente Ampla. Na Venezuela, Delcy Rodríguez assumiu a presidência interina após a saída de Nicolás Maduro. Na Guiana, Irfaan Ali governa pelo Partido Progressista do Povo (PPP/C), enquanto no Suriname Jennifer Simons lidera o país pelo Partido Democrático Nacional (NDP).
Os governos desse grupo costumam defender maior participação do Estado na economia, ampliação de programas sociais, investimentos públicos, fortalecimento das políticas de distribuição de renda e maior atuação estatal em setores considerados estratégicos.
Com a mudança no cenário colombiano, a divisão política sul-americana ficou mais equilibrada, mas com vantagem numérica para governos de direita e centro-direita. Especialistas avaliam que esse novo desenho pode influenciar as relações diplomáticas, os acordos comerciais e os posicionamentos conjuntos dos países da região nos próximos anos.
Embora as classificações entre direita, centro e esquerda possam variar conforme a análise política, o panorama atual mostra uma América do Sul dividida entre diferentes projetos de governo, refletindo a alternância de poder observada nas últimas eleições realizadas no continente.
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