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BRASIL COLOCA QUATRO UNIVERSIDADES ENTRE AS 10 MELHORES DA AMÉRICA LATINA; USP É A SEGUNDA E UNICAMP, A TERCEIRA
O Brasil conquistou quatro posições entre as dez melhores universidades da América Latina e do Caribe no novo ranking internacional divulgado nesta quinta-feira (1º) pela QS Quacqu

Este leitor apresenta um resumo da notícia para avaliar o projeto visual. A reportagem completa está no Scarpa360.
O Brasil conquistou quatro posições entre as dez melhores universidades da América Latina e do Caribe no novo ranking internacional divulgado nesta quinta-feira (1º) pela QS Quacquarelli Symonds, organização especializada na avaliação do ensino superior.
A Universidade de São Paulo (USP) aparece como a instituição brasileira mais bem colocada, na 2ª posição, atrás somente da Pontifícia Universidade Católica do Chile, que manteve a liderança regional.
Logo depois aparece outra brasileira: a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em 3º lugar.
O desempenho brasileiro também é reforçado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que ocupa a 5ª colocação, e pela Universidade Estadual Paulista (Unesp), em 6º lugar.
QUATRO BRASILEIRAS NO TOP 10
A classificação das dez primeiras ficou assim:
1º — Pontifícia Universidade Católica do Chile — Chile
2º — Universidade de São Paulo (USP) — Brasil
3º — Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) — Brasil
4º — Tecnológico de Monterrey — México
5º — Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) — Brasil
6º — Universidade Estadual Paulista (Unesp) — Brasil
7º — Universidade do Chile — Chile
8º — Universidade de Los Andes — Colômbia
9º — Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM) — México
10º — Universidade de Buenos Aires (UBA) — Argentina.
Com isso, quatro das seis primeiras universidades da América Latina e do Caribe são brasileiras.
BRASIL TEM 12 UNIVERSIDADES ENTRE AS 50 MELHORES
A presença brasileira vai além das quatro instituições que aparecem no top 10.
Segundo os dados divulgados pela própria QS, 12 universidades do Brasil estão entre as 50 melhores da região. Além de USP, Unicamp, UFRJ e Unesp, aparecem PUC-Rio, UFMG, UFRGS, UFSC, UnB, Unifesp, UFSCar e UFPR.
As brasileiras no top 50 são:
2ª — Universidade de São Paulo (USP)
3ª — Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)
5ª — Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
6ª — Universidade Estadual Paulista (Unesp)
13ª — Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio)
15ª — Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
19ª — Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
24ª — Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)
28ª — Universidade de Brasília (UnB)
31ª — Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)
36ª — Universidade Federal de São Carlos (UFSCar)
37ª — Universidade Federal do Paraná (UFPR).
Entre essas instituições, algumas perderam posições em relação à edição anterior. A UFMG passou do 14º para o 15º lugar; a UFRGS, do 16º para o 19º; a UFSC, do 23º para o 24º; a UnB, do 26º para o 28º; a Unifesp, do 28º para o 31º; a UFSCar, do 30º para o 36º; e a UFPR, do 32º para o 37º. USP, Unicamp, UFRJ, Unesp e PUC-Rio mantiveram suas posições.
137 UNIVERSIDADES BRASILEIRAS APARECEM NO RANKING
O levantamento de 2027 reúne 517 universidades de 27 países da América Latina e do Caribe.
O Brasil é, de longe, o país com maior representação: são 137 universidades brasileiras classificadas. Na sequência aparecem Colômbia, com 70, e México, com 69.
O país também registrou o maior número absoluto de instituições que avançaram de posição: 24 universidades brasileiras melhoraram sua colocação em relação à edição anterior. Ao mesmo tempo, considerando o conjunto das 137 instituições, mais universidades brasileiras caíram do que subiram, mostrando um cenário misto além das primeiras posições.
POR QUE A USP SE DESTACOU
O ranking regional da QS considera oito indicadores para avaliar as universidades: reputação acadêmica, reputação entre empregadores, proporção de docentes por estudante, profissionais do corpo docente com doutorado, citações por artigo, artigos científicos por professor, rede internacional de pesquisa e impacto na internet.
A USP obteve pontuação máxima em cinco desses critérios, segundo a própria universidade: reputação acadêmica, reputação entre empregadores, rede internacional de pesquisa, produção de artigos por docente e impacto na internet.
Na análise regional da QS, a universidade paulista aparece ainda como líder latino-americana em três indicadores: rede internacional de pesquisa, artigos por docente e impacto na web.
RANKING REGIONAL É DIFERENTE DO RANKING MUNDIAL
A classificação não deve ser confundida com o QS World University Rankings global.
Embora os dois levantamentos sejam produzidos pela mesma organização, eles utilizam metodologias e pesos diferentes. O ranking latino-americano procura considerar características específicas do ensino superior da região.
No ranking mundial QS 2027, divulgado em junho, a USP aparece na 133ª posição do mundo, sendo também a universidade brasileira mais bem colocada. A Unicamp ocupa o 277º lugar; a UFRJ, o 367º; e a Unesp, o 513º.
O novo levantamento regional, portanto, reforça a presença das universidades brasileiras no topo do ensino superior latino-americano: o país ocupa quatro das dez primeiras posições e 12 das 50 melhores colocações.
Carregando resultado da apuração das urnas…