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NO SCARPA360Notícias e peças publicitárias consultadas no Scarpa360 em 06/09/2026. Distribuição demonstrativa para avaliação visual; a programação de rádio e TV é ilustrativa.
CARNE BOVINA DISPARA 45%, BATE RECORDE E PROMESSA DA “PICANHA” VOLTA AO DEBATE NAS REDES
De acordo com os dados, a chamada carcaça casada bovina, referência importante para o setor, alcançou média próxima de R$ 25 por quilo em abril. O valor supera em cerca de 11% o re

Este leitor apresenta um resumo da notícia para avaliar o projeto visual. A reportagem completa está no Scarpa360.
Um levantamento realizado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), ligado à Esalq/USP, apontou que o valor da carne negociada no atacado da Grande São Paulo acumulou alta de cerca de 45% nos últimos dois anos, atingindo o maior patamar real da série histórica iniciada em 2001.
De acordo com os dados, a chamada carcaça casada bovina, referência importante para o setor, alcançou média próxima de R$ 25 por quilo em abril. O valor supera em cerca de 11% o registrado no mesmo período do ano passado e evidencia a forte pressão no bolso do consumidor.
Especialistas apontam dois fatores principais para a disparada: menor oferta de animais prontos para abate e exportações aquecidas, o que reduz a disponibilidade no mercado interno. Em resumo: menos carne por aqui, preços mais altos no açougue.
“E a picanha?”
Com a notícia, muitos internautas resgataram nas redes sociais uma das frases mais marcantes da campanha presidencial de 2022, quando Lula afirmou que o pobre voltaria a comer picanha. O tema rapidamente virou meme, comparação e cobrança online, especialmente diante do aumento recente dos alimentos.
Para parte da população, a promessa simbolizava melhora no poder de compra. Já para críticos do governo, o recorde da carne representa distância entre discurso e realidade.
Impacto no prato do brasileiro
Enquanto cortes nobres ficam cada vez mais distantes do carrinho de compras, muitas famílias têm recorrido a alternativas mais baratas, como frango, ovos e carnes de segunda. O consumo muda quando o preço sobe, e isso já aparece no dia a dia dos supermercados e feiras.
Com inflação dos alimentos sempre sensível politicamente, a alta da carne tende a continuar no debate público. Afinal, no Brasil, quando a picanha some da mesa, a discussão vai direto para a política. E você, acredita que o brasileiro ainda vai voltar a comer picanha com facilidade?
Carregando resultado da apuração das urnas…