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NO SCARPA360Notícias e peças publicitárias consultadas no Scarpa360 em 06/09/2026. Distribuição demonstrativa para avaliação visual; a programação de rádio e TV é ilustrativa.
CHINA E EUA ACERTAM REDUÇÃO DE TARIFAS SOBRE US$ 60 BILHÕES EM PRODUTOS
Entendimento alcançado após encontro entre Donald Trump e Xi Jinping abrange produtos agrícolas, alimentos, equipamentos médicos, itens domésticos e brinquedos

Este leitor apresenta um resumo da notícia para avaliar o projeto visual. A reportagem completa está no Scarpa360.
Estados Unidos e China avançaram em uma nova tentativa de reduzir as barreiras comerciais entre as duas maiores economias do mundo. Os dois países acertaram um mecanismo recíproco que prevê tratamento tarifário mais favorável para aproximadamente US$ 60 bilhões em mercadorias comercializadas entre os mercados americano e chinês.
O montante será dividido igualmente. Cerca de US$ 30 bilhões em produtos de origem chinesa poderão receber tarifas menores ao entrar nos Estados Unidos, enquanto outros US$ 30 bilhões em exportações americanas terão tratamento semelhante no mercado chinês.
O movimento é um dos resultados concretos das recentes negociações entre Washington e Pequim, realizadas após o encontro do presidente americano, Donald Trump, com o presidente chinês, Xi Jinping.
O QUE ENTRA NO ACORDO
A relação apresentada pelos Estados Unidos reúne 77 categorias de produtos chineses, entre elas utensílios domésticos, brinquedos, equipamentos esportivos e alguns eletrodomésticos. Já a relação destinada ao mercado chinês é bem maior e alcança 1.619 categorias, incluindo carnes, frutos do mar, laticínios, grãos, madeira, carvão e equipamentos médicos.
Segundo o Ministério do Comércio da China, aproximadamente 90% dos produtos abrangidos deverão ter as tarifas reduzidas para os níveis aplicados a países com status de nação mais favorecida. A implementação ocorrerá de forma simultânea depois que os dois governos concluírem os procedimentos legais necessários.
Para Washington, a iniciativa poderá ampliar as condições de acesso ao mercado chinês para aproximadamente 30% das exportações americanas destinadas ao país asiático, segundo o representante comercial dos EUA, Jamieson Greer.
ACORDO NÃO ENCERRA DISPUTA COMERCIAL
Apesar do avanço, a medida não significa o fim das divergências comerciais entre as duas potências.
O comércio de mercadorias entre Estados Unidos e China movimentou aproximadamente US$ 495 bilhões em 2025. Dessa forma, os US$ 60 bilhões contemplados representam apenas uma parcela da relação comercial entre os países.
Questões estratégicas mais sensíveis também permanecem fora desse pacote. Entre elas estão as disputas envolvendo minerais de terras raras e outros setores considerados fundamentais para as duas economias.
Além das tarifas, Washington e Pequim acertaram a criação de um grupo de trabalho dedicado ao comércio agrícola e de mecanismos permanentes para discutir investimentos. As duas partes também avançaram na criação de um canal de diálogo sobre inteligência artificial e riscos relacionados à tecnologia.
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