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FBI DIZ TER IMPEDIDO SUPOSTO ATAQUE TERRORISTA CONTRA EVENTO DO UFC NA CASA BRANCA
Segundo autoridades americanas, cinco homens foram presos acusados de planejar um atentado com drones explosivos e atiradores durante o UFC Freedom 250, que contou com a presença d

Este leitor apresenta um resumo da notícia para avaliar o projeto visual. A reportagem completa está no Scarpa360.
O Departamento de Justiça dos Estados Unidos (DOJ) e o FBI afirmaram ter impedido um suposto ataque terrorista que teria como alvo o UFC Freedom 250, evento realizado no último domingo (14) no gramado sul da Casa Branca, em Washington.
Segundo as autoridades americanas, cinco homens foram presos acusados de integrar um plano que previa ataques coordenados durante o evento, que reuniu milhares de pessoas e contou com a presença do presidente Donald Trump, do vice-presidente JD Vance, autoridades do governo e convidados internacionais.
De acordo com os documentos divulgados pela Justiça americana, o grupo teria planejado utilizar drones carregados com explosivos para atingir áreas próximas ao local da luta. A intenção, segundo a acusação, seria provocar pânico entre o público e forçar uma evacuação em massa.
Ainda conforme o Departamento de Justiça, após o início da fuga, atiradores posicionados previamente abririam fogo contra pessoas que deixassem o evento, mirando principalmente "alvos de alto valor" e integrantes da multidão.
As investigações apontam que os suspeitos pretendiam se reunir em Fredericksburg, no estado da Virgínia, antes da execução do plano. O FBI informou que tomou conhecimento da ameaça no dia 10 de junho, quatro dias antes do evento, após receber informações sobre indivíduos que estariam organizando o ataque.
Segundo o diretor do FBI, Kash Patel, uma operação conjunta envolvendo o FBI, o Serviço Secreto, forças policiais estaduais e o Departamento de Justiça foi responsável por localizar os suspeitos e impedir que o plano fosse executado.
As autoridades afirmam que cinco pessoas permanecem presas. A investigação, porém, continua em andamento e apura se outras pessoas também participaram da organização do suposto atentado.
Informações divulgadas pela agência Associated Press indicam que os investigados utilizavam aplicativos como Signal e TikTok para se comunicar e faziam parte de um grupo chamado "Vanguard of the Old". Segundo a acusação, a motivação misturava teorias conspiratórias contra o governo americano, discursos antissemitas e a intenção de provocar uma ruptura política nos Estados Unidos.
A Reuters informou que os documentos da investigação descrevem um plano envolvendo drones com explosivos, seguido de disparos contra pessoas durante uma possível evacuação do evento. Até o momento, as autoridades não confirmaram se Donald Trump era um alvo direto do suposto ataque, embora ele estivesse presente durante toda a programação.
O caso ganhou grande repercussão por envolver um dos eventos mais simbólicos realizados na Casa Branca nos últimos anos. O UFC Freedom 250 fez parte das comemorações dos 250 anos da independência dos Estados Unidos e também marcou a celebração do aniversário de 80 anos do presidente Donald Trump.
Até a publicação desta reportagem, a Casa Branca não havia divulgado um posicionamento oficial sobre o caso. Os cinco investigados respondem às acusações, e a Justiça americana dará sequência ao processo para apurar a responsabilidade de cada um.
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