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NO SCARPA360Notícias e peças publicitárias consultadas no Scarpa360 em 06/09/2026. Distribuição demonstrativa para avaliação visual; a programação de rádio e TV é ilustrativa.
FLÁVIO BOLSONARO NEGA “ACORDÃO” COM ALCOLUMBRE PARA ENTERRAR CPI DO BANCO MASTER
Em vídeo divulgado recentemente, o parlamentar negou de forma categórica ter participado de qualquer acordo com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, envolvendo o polêmico caso

Este leitor apresenta um resumo da notícia para avaliar o projeto visual. A reportagem completa está no Scarpa360.
O senador Flávio Bolsonaro decidiu reagir diretamente às especulações que tomaram conta dos bastidores de Brasília e das redes sociais. Em vídeo divulgado recentemente, o parlamentar negou de forma categórica ter participado de qualquer acordo com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, envolvendo o polêmico caso do Banco Master e o chamado PL da dosimetria.
A controvérsia surgiu após reportagens apontarem a existência de um possível “acordão” político: a oposição abriria mão de pressionar pela instalação da CPI do Banco Master em troca de um movimento no Congresso para colocar em pauta e derrubar o veto presidencial ao projeto de lei da dosimetria, medida que trata da redução de penas e ganhou forte repercussão nacional.
De acordo com essas versões, a estratégia teria permitido destravar a votação do veto, já que a instalação da CPI dependia da leitura do requerimento em sessão do Congresso, controlada por Alcolumbre. Sem essa leitura, a comissão não avançaria, e, ao mesmo tempo, abriria espaço político para a votação da dosimetria.
No vídeo, porém, Flávio Bolsonaro rejeitou completamente essa narrativa. O senador afirmou que não houve qualquer negociação para “enterrar” a CPI e classificou as acusações como infundadas. Em nota, sua equipe reforçou que é “absurdo” associá-lo a articulações para barrar investigações, destacando que a oposição, segundo ele, defende a apuração do caso.
O episódio gira em torno do escândalo envolvendo o Banco Master, que se tornou um dos maiores casos recentes do sistema financeiro, com suspeitas de fraude e conexões políticas de alto nível. A criação de uma CPI para investigar o caso vinha sendo defendida por diferentes grupos, mas acabou travada no Congresso, alimentando ainda mais as suspeitas de interferência política.
No fim das contas, o episódio escancara mais uma vez o funcionamento do jogo político em Brasília: entre pautas estratégicas, CPIs sensíveis e votações decisivas, a linha entre articulação legítima e suspeita de acordo de bastidores segue sendo cada vez mais tênue, e altamente explorada no campo da opinião pública.
Carregando resultado da apuração das urnas…