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GOVERNO FEDERAL ADMITE ERRO APÓS DIÁRIO OFICIAL NOMEAR "FULANO" E "CICRANO DE TAL" PARA CARGOS NO GSIPÓS OPERAÇÃO DA PF

Uma publicação do Diário Oficial da União (DOU) chamou atenção nesta segunda-feira (22) ao trazer uma portaria do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da Repúbl

GOVERNO FEDERAL ADMITE ERRO APÓS DIÁRIO OFICIAL NOMEAR "FULANO" E "CICRANO DE TAL" PARA CARGOS NO GSIPÓS OPERAÇÃO DA PF

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Uma publicação do Diário Oficial da União (DOU) chamou atenção nesta segunda-feira (22) ao trazer uma portaria do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República que nomeava militares utilizando os nomes fictícios "Fulano de Tal" e "Cicrano de Tal". O episódio repercutiu nas redes sociais e levou o próprio governo a reconhecer a falha, informando que o documento será corrigido na próxima edição oficial.

Segundo a CNN Brasil, a Portaria nº 172, assinada pelo diretor do Departamento de Gestão da Secretaria-Executiva do GSI, Vinícius Damasceno do Nascimento, designava como assistentes da Secretaria de Segurança Presidencial um major do Exército identificado como "Fulano de Tal" e um primeiro-tenente da Polícia Militar do Distrito Federal identificado como "Cicrano de Tal". Além deles, o primeiro-sargento da Marinha Márcio Adriano de Jesus Leite também foi nomeado para a mesma função.

Os três militares passariam a exercer o cargo de assistente da Secretaria de Segurança Presidencial, função vinculada diretamente ao GSI, com direito à Gratificação de Representação da Presidência da República – Nível IV, atualmente fixada em R$ 808,61 mensais, conforme a legislação que trata da remuneração desses cargos.

Após a repercussão do caso, o Gabinete de Segurança Institucional informou à CNN que identificou o problema e que a publicação será retificada no próximo Diário Oficial da União. A suspeita é de que os termos "Fulano de Tal" e "Cicrano de Tal", normalmente utilizados como marcadores temporários durante a elaboração de documentos, tenham permanecido no texto por falha na revisão antes da publicação oficial.

O episódio gerou ampla repercussão nas redes sociais, onde internautas questionaram os procedimentos de conferência dos atos administrativos publicados pelo governo federal. Especialistas em administração pública destacam que documentos publicados no Diário Oficial possuem caráter oficial e passam por diferentes etapas de elaboração e revisão antes de serem divulgados, o que tornou o erro ainda mais incomum.

Embora a falha tenha chamado atenção, o governo afirmou que se trata de um erro material de redação e que a correção será publicada oficialmente, sem impacto na validade das nomeações dos militares envolvidos.

22 de jun. de 2026 · Redação Scarpa360