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NO SCARPA360Notícias e peças publicitárias consultadas no Scarpa360 em 06/09/2026. Distribuição demonstrativa para avaliação visual; a programação de rádio e TV é ilustrativa.
JOVEM PAN NEWS: SECOM GASTA QUASE R$ 1 BILHÃO EM PROPAGANDA NA TV DURANTE LULA 3
Segundo a Jovem Pan News, Globo, Record e SBT lideram os recebimentos de publicidade da administração federal direta desde 2023.

Este leitor apresenta um resumo da notícia para avaliar o projeto visual. A reportagem completa está no Scarpa360.
De acordo com a Jovem Pan News, a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República destinou cerca de R$ 984,8 milhões para publicidade em emissoras de televisão durante o terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O levantamento, baseado em dados do Sistema de Comunicação de Governo do Poder Executivo Federal (Sicom), considera os investimentos feitos pela administração federal direta desde 2023.
De acordo com a publicação, Globo, Record e SBT aparecem entre os principais destinos da verba publicitária federal no período.
Os dados não incluem gastos de empresas estatais federais, como Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Petrobras. A conta considera apenas campanhas de órgãos ligados diretamente ao governo federal.
A televisão segue como uma das principais plataformas utilizadas pelo governo para divulgar campanhas institucionais, programas federais e mensagens de interesse público.
A Secom afirma que os investimentos em publicidade seguem critérios técnicos e são planejados por agências contratadas, levando em conta alcance, público-alvo e efetividade das campanhas.
O volume de recursos, porém, reacendeu o debate sobre o uso de dinheiro público em publicidade oficial e sobre a concentração dos repasses em grandes grupos de comunicação.
Críticos questionam os valores destinados à TV em um cenário de ajuste fiscal. Já defensores argumentam que a comunicação institucional é necessária para informar a população sobre serviços, direitos e programas do governo.
A discussão também ocorre em meio ao crescimento da publicidade digital, com governos e órgãos públicos ampliando investimentos em redes sociais, buscadores e plataformas online.
O caso coloca novamente em debate os critérios de distribuição da verba pública de comunicação e a transparência nos gastos oficiais com mídia.
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