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NO SCARPA360Notícias e peças publicitárias consultadas no Scarpa360 em 06/09/2026. Distribuição demonstrativa para avaliação visual; a programação de rádio e TV é ilustrativa.
PASSAGENS AÉREAS FICAM 14,5% MAIS CARAS EM UM ANO E TARIFA MÉDIA CHEGA A R$ 776,87
Dados da Anac mostram avanço no preço médio dos voos domésticos em agosto; querosene de aviação teve alta de 31,8% em 12 meses

Este leitor apresenta um resumo da notícia para avaliar o projeto visual. A reportagem completa está no Scarpa360.
Viajar de avião ficou mais caro no Brasil. A tarifa aérea real média dos voos domésticos chegou a R$ 776,87 por trecho em agosto de 2026, segundo dados divulgados pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
O valor representa uma alta de 14,5% em relação a agosto de 2025, considerando preços corrigidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).
Na comparação com o mês imediatamente anterior, o aumento também foi expressivo. Em julho, a passagem média custava R$ 703,47. Em agosto, passou para R$ 776,87, uma elevação de aproximadamente 10,4% em apenas um mês.
MENOS PASSAGENS ABAIXO DE R$ 500
Os dados da Anac mostram também uma mudança na distribuição dos preços.
Em agosto, 34,8% dos assentos vendidos custaram menos de R$ 500. No mês anterior, essa parcela era de 45,4%, indicando redução na quantidade de bilhetes disponíveis nessa faixa de preço.
Ao mesmo tempo, 9,2% das passagens comercializadas em agosto custaram mais de R$ 1.500.
COMBUSTÍVEL DE AVIAÇÃO SUBIU 31,8%
Outro dado que chama atenção é o preço do querosene de aviação (QAV).
Segundo a Anac, o combustível chegou a R$ 4,98 por litro em agosto, acumulando alta de 31,8% em relação ao mesmo mês de 2025. Em julho, o litro custava R$ 4,89.
O combustível é um dos componentes relevantes do custo das companhias aéreas, embora não seja o único fator capaz de influenciar o preço das passagens.
A própria Anac destaca que os valores podem variar de acordo com fatores como antecedência da compra, concorrência em determinada rota, demanda, ocupação das aeronaves, estrutura aeroportuária e períodos de alta e baixa temporada.
O QUE ENTRA NO CÁLCULO DA ANAC
O levantamento considera os bilhetes adquiridos para voos domésticos, analisando o preço efetivamente pago pelo transporte aéreo.
Não entram na tarifa média valores adicionais cobrados por serviços como despacho de bagagem, escolha de assento e taxa de embarque.
Também são excluídos bilhetes obtidos por condições que não estão disponíveis ao público em geral, como passagens emitidas por milhas, tarifas corporativas e benefícios concedidos a funcionários das companhias aéreas.
Em junho, para efeito de comparação, a tarifa média nacional estava em R$ 660,54 por trecho, segundo a própria Anac.
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