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NO SCARPA360Notícias e peças publicitárias consultadas no Scarpa360 em 06/09/2026. Distribuição demonstrativa para avaliação visual; a programação de rádio e TV é ilustrativa.
PESQUISADORES AUSTRALIANOS USAM TÉCNICA DE CONGELAMENTO PARA DESTRUIR TUMORES SEM CIRURGIA ABERTA
Segundo informações divulgadas sobre o Liverpool Hospital, em Sydney, na Austrália, a unidade passou a usar um sistema avançado de crioablação guiada por ressonância magnética, per

Este leitor apresenta um resumo da notícia para avaliar o projeto visual. A reportagem completa está no Scarpa360.
Um avanço na medicina oncológica tem chamado atenção nas redes sociais: o uso da crioablação guiada por imagem, uma técnica que permite destruir tumores por congelamento, sem a necessidade de cirurgia aberta em determinados casos.
Apesar das publicações virais falarem em “método totalmente não invasivo”, a técnica é melhor descrita como minimamente invasiva. Isso porque os médicos inserem uma agulha fina, chamada crioprobe, diretamente no tumor. Essa agulha é resfriada por gás e forma uma “bola de gelo” controlada, capaz de destruir o tecido tumoral com alta precisão.
Segundo informações divulgadas sobre o Liverpool Hospital, em Sydney, na Austrália, a unidade passou a usar um sistema avançado de crioablação guiada por ressonância magnética, permitindo que os médicos acompanhem em tempo real a localização do tumor e a área congelada durante o procedimento. A tecnologia é usada principalmente em tumores de órgãos sólidos, lesões ósseas e regiões delicadas do corpo, onde uma cirurgia tradicional poderia trazer mais riscos ao paciente.
O procedimento funciona com uma agulha movida a gás, posicionada dentro do tumor com auxílio de imagens de alta precisão. O frio extremo congela as células cancerígenas e causa sua destruição. A grande vantagem é que, em muitos casos, o paciente pode ter menor tempo de internação, menos dor, recuperação mais rápida e menor risco de complicações em comparação com cirurgias abertas.
A técnica, no entanto, não substitui todos os tratamentos contra o câncer. Ela pode ser indicada apenas para determinados tipos, tamanhos e localizações de tumores, sempre após avaliação médica especializada. Também não significa uma “cura universal” contra o câncer, como algumas publicações podem sugerir.
A crioablação já é conhecida na medicina, mas o avanço está no uso combinado com tecnologias modernas de imagem, como ressonância magnética, tomografia e ultrassom. Isso permite maior precisão no posicionamento da agulha e no controle da área tratada, preservando tecidos saudáveis próximos ao tumor.
Especialistas apontam que esse tipo de tratamento faz parte de uma nova fase da oncologia intervencionista, que busca procedimentos mais precisos, menos agressivos e com recuperação mais rápida para o paciente.
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