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PF APONTA PASTOR MÁRCIO PONCIO COMO SUPOSTO ELO DE LAVAGEM DE DINHEIRO DA MÁFIA DO CIGARRO
A Polícia Federal apontou o pastor e empresário Márcio Poncio como um suposto elo de um esquema de lavagem de dinheiro ligado à chamada máfia do cigarro. A informação consta na inv

Este leitor apresenta um resumo da notícia para avaliar o projeto visual. A reportagem completa está no Scarpa360.
A Polícia Federal apontou o pastor e empresário Márcio Poncio como um suposto elo de um esquema de lavagem de dinheiro ligado à chamada máfia do cigarro. A informação consta na investigação da Operação Unha e Carne, que apura uma organização criminosa supostamente liderada pelo contraventor Adilson Oliveira Coutinho Filho, conhecido como Adilsinho.
Segundo a PF, Márcio Poncio teria papel relevante no eixo econômico relacionado ao mercado clandestino de cigarros. Os investigadores afirmam que ele seria responsável por atuar na ocultação e dissimulação de patrimônio obtido por meio da produção, distribuição e exploração econômica de cigarros clandestinos e falsificados.
Márcio Poncio é pai da deputada estadual Sarah Poncio (SDD) e foi preso durante a quinta fase da operação. Posteriormente, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), converteu a prisão preventiva em prisão domiciliar humanitária, com monitoramento por tornozeleira eletrônica.
Na representação enviada ao STF, a Polícia Federal afirma que a relevância de Poncio decorre de sua possível atuação como ligação entre a atividade econômica investigada e os mecanismos de lavagem de dinheiro atribuídos ao grupo.
Outro ponto citado pela investigação envolve um aparelho celular apreendido com o ex-deputado Rodrigo Bacellar (União), ex-presidente da Assembleia Legislativa. No telefone, os investigadores encontraram um contato identificado como "Pastor Márcio Poncio", vinculado a um número internacional. Em uma mensagem enviada em junho de 2025, Poncio escreveu: "Desculpe a ligação presidente". Após essa conversa, o aplicativo de mensagens teria sido configurado para apagar automaticamente as novas mensagens após sete dias.
A defesa de Márcio Poncio informou anteriormente que não comentaria o mérito das investigações por se tratar de um inquérito que tramita sob sigilo.
As investigações da Operação Unha e Carne seguem em andamento, e até o momento não há condenação definitiva contra os investigados.
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