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POLÍCIA CIVIL INDICIA DEOLANE E MARCOLA POR SUSPEITA DE LAVAGEM DE DINHEIRO PARA O PCC

A conclusão faz parte do relatório final da Operação Vérnix, que investiga um suposto esquema milionário de ocultação de recursos ligados à facção criminosa. Br

POLÍCIA CIVIL INDICIA DEOLANE E MARCOLA POR SUSPEITA DE LAVAGEM DE DINHEIRO PARA O PCC
imagem: Leco Viana/Thenews2/Folhapress

Este leitor apresenta um resumo da notícia para avaliar o projeto visual. A reportagem completa está no Scarpa360.

A influenciadora digital e advogada Deolane Bezerra e o líder do Primeiro Comando da Capital (PCC), Marco Willians Herbas Camacho, foram indiciados pela Polícia Civil de São Paulo pelos crimes de organização criminosa e lavagem de dinheiro. A conclusão faz parte do relatório final da Operação Vérnix, que investiga um suposto esquema milionário de ocultação de recursos ligados à facção criminosa.

Segundo as investigações, o esquema utilizava empresas e intermediários para dar aparência legal a valores que teriam origem no PCC. Entre os alvos da apuração está uma transportadora sediada em Presidente Venceslau, no interior paulista, apontada pelas autoridades como peça central na movimentação financeira do grupo criminoso.

De acordo com o relatório policial, Deolane é suspeita de ter recebido recursos provenientes da estrutura investigada e de participar da lavagem de capitais por meio de movimentações financeiras consideradas incompatíveis com a origem declarada dos valores. As autoridades afirmam que documentos, análises bancárias e materiais apreendidos durante a operação reforçaram os indícios de participação dos investigados.

A Operação Vérnix foi deflagrada pelo Ministério Público de São Paulo e pela Polícia Civil. Além de Deolane e Marcola, familiares do líder da facção e outros suspeitos também foram incluídos no inquérito. As investigações apontam que a organização teria utilizado terceiros e empresas para ocultar patrimônio e movimentar recursos atribuídos ao crime organizado.

A defesa de Deolane nega qualquer envolvimento da influenciadora com o PCC e sustenta que ela é inocente. Já a defesa de Marcola afirmou que o líder da facção desconhece os demais investigados e nega participação no esquema apontado pelas autoridades.

O caso segue agora para análise do Ministério Público e da Justiça, que irão avaliar os elementos reunidos pela investigação e os possíveis desdobramentos judiciais contra os indiciados.

29 de mai. de 2026 · Redação Scarpa360